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terça-feira, 9 de abril de 2013

Adaptação na Educação Infantil

Socialização e adaptação da criança na pré-escola

Nos dias de hoje, em que a mulher assume cada vez mais atividades fora do lar, é comum as crianças irem mais cedo para a escola.
Os pais diante do fato de que a mãe precisa recomeçar a trabalhar, podem optar por deixar seu filho em um Berçário (Pré-Escola), deixar com familiares ou contratar uma babá. A escolha deve ser feita com maturidade, pois podem surgir críticas e como os pais são os responsáveis pela criança devem estar seguros de sua decisão.
A opção sendo por uma escola, os pais e familiares podem fazer uma pesquisa no bairro em que moram por uma escola que se adapte suas as expectativas ex: ( porte da escola - pequena, média ou grande - número de alunos por sala, filosofia da escola, valor da mensalidade, etc), sempre é bom uma visita pelo espaço físico e uma conversa com a direção.
As escolas de Educação Infantil - Pré-Escola oferecem serviços do Berçário ao Pré ou seja crianças de 0 a 7 anos, divididos conforme faixa etária, ou seja:
Berçário - 0 a ± 1 e 3 meses *
Maternal - ± 1 e 3m a 3 anos *
Jardim I - 3 a 4 anos*
Jardim II - 4 a 5 anos*
Pré (primeiro ano) - 5 a 7 anos *( a divisão por faixa etária pode variar conforme a escola)
A adaptação da criança está na dependência da orientação da educadora, que deverá conhecer suas necessidades básicas, suas características evolutivas e ter informações quanto aos aspectos de saúde, higiêne e nutrição infantil (todas estas informações devem ser passadas pelos pais em entrevista prévia com a direção através de anamnese). Sendo assim, a socialização da criança desenvolve-se harmoniosamente adquirindo superioridade sob o ponto de vista da independência, confiança em si, adaptabilidade e rendimento intelectual.
As atividades programadas devem basear-se em suas necessidades e interesses; crianças são ávidas para explorar, experimentar, colecionar, perguntar, aprendem depressa e desejam exibir suas habilidades.
As atividades como percepção visual, percepção visomotora e coordenação motora, percepção auditiva, linguagem oral , percepções gustativas e olfativas, percepção tátil, Educação Artística e Educação Física integram o processo de aprendizagem da criança com o processo de socialização.
Caberá à pré-escola estimular e orientar a criança, considerando os estágios de seu desenvolvimento, aceitando-a e desafiando-a a pensar. O ambiente que estimule a atividade criadora da criança, além de contribuir para o seus desenvolvimento global, estará, certamente, favorecendo a aproximação da criança à realidade escolar.
Saliento que o desenvolvimento da criança deve ser acompanhada principalmente pelos pais pois a escola é apenas um suporte facilitador para todo o processo. Os pais também devem acompanhar a rotina da criança através da agenda escolar, onde a educadora anota recados para os pais ou comunica como foi o dia da criança.
A seguir algumas informações sobre o processo de adaptação no maternal:
1 - A decisão de colocar seu filho na escola deve resultar de atitude pensada, consciente e segura;
2 - A vinda da criança para a escola deve ser preparada; entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança;
3 - A separação, apesar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança quanto para a mãe, mas é superado em pouco tempo;
4 - Cuidados devem ser tomados nesse período de adaptação em relação a: troca recente de residência, retirada de chupeta ou fraldas, troca de mobília do quarto da criança, perda de parente próximo ou animalzinho de estimação;
5 - O choro na hora da separação é frequente e nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola;
6 - A ausência do choro não significa que a criança não esteja sentindo a separação. Não force com violência e ansiedade a criança a ficar na escola;
7 - Evite comentários sobre a adaptação da criança em sua presença;
8 - Cabe à mãe entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola. Não é recomendável deixar o educador com o encargo de retirar a criança do colo da mãe;
9 - Nunca saia escondido de seu filho. Despeça-se naturalmente.
10 - A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e sua presença nela, além de dificultar a compreensão da separação, fará as outras crianças cobrarem a presença de suas mães;
11 - Incentive a criança a procurar a ajuda do seu educador quando necessitar algo, para que crie laço afetivo com ele;
12 - Lembre-se que o educador atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção, igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança;
13 - Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, que suportará melhor a nova situação;
14 - O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente;
15 - Evite interrogatórios sobre o dia da criança na escola;
16 - Poderão ocorrer algumas regressões de comportamento durante o período de adaptação, assim como alguns sintomas psicossomáticos (febre, vômitos etc.)
17 - É comum verificar-se nessa fase uma ambivalência de sentimentos. O desejo de autonomia da criança e a necessidade de proteção ocorrem simultaneamente.
18 - Cuidado com a aparente adaptação. Os pais devem respeitar o período estabelecido pela escola.
19 - A adaptação das crianças de período integral inicialmente deve ser feita em um turno(manhã ou tarde).
No programa de adaptação a mãe pode ficar do 1o. ao 3o. dia 2hs junto no pátio e visível à entrada da sala de atividades. No 4o. dia a mãe pode se distanciar um pouco e observar de longe e no 5o. dia ausentar-se 1 hora após a entrada. Na 2a. semana o horário deverá ser normal sem a presença da mãe.
Existem crianças que já no primeiro dia se despedem da mãe e se integram com as outras crianças, neste caso não há necessidade do programa de adaptação.
Dúvidas de Adaptação no Berçário:
No Berçário é frequente o aparecimento de sentimentos de culpa, insegurança, ansiedade e ciúmes pelo "abandono" do filho na escola. Se você estiver deprimida por esse sentimento procure discuti-lo com a Psicóloga da escola.
A grosso modo, até os sete meses não há apresentação de problemas de adaptação, pois o bebê não distingue, visualmente, a sua mãe de outros adultos estranhos, sugere-se dois ou três dias para adaptação da mãe. A partir dos 8 meses verifica-se o "estranhar" (nível de maturação que permite ao bebê distinguir a diferença visual entre o conhecido e o desconhecido). Nessa época a adaptação pode ficar mais difícil e levar alguns dias. Comece deixando-o no berçário no 1o. dia por uma hora, fique por perto observando a rotina, o ambiente e vá aumentando o tempo de permanência da criança progressivamente no 2o., 3o. dia e assim por diante até a criança ficar o período normal sem a sua presença.
Em caso de dúvidas quanto ao comportamento de seu filho ou quanto às condutas adotadas pela escola, procure a direção que estará à sua disposição para esclarecê-lo e ajudá-la sempre que necessário.
Débora Beni

sábado, 30 de julho de 2011

Ensino de letra cursiva é suspenso nos EUA


Ensino de letra cursiva é suspenso nos EUA





O uso de computadores, celulares, tablets e laptops  têm transformado 
o dia a dia das crianças. As mudanças são visíveis nas brincadeiras 
e também na hora do aprendizado dos pequenos. Tanto que nos
 Estados Unidos, a tradicional forma de escrever com a letra cursiva 
(de mão) foi considerada ultrapassada e o ensino deve ser abandonado
 em mais de 40 estados norte-americanos.

O primeiro deles a suspender por lei o ensino da letra cursiva nas escolas 
foi o estado de Indiana. Os defensores do novo código argumentam que, 
atualmente, as crianças não necessitam e quase não se utilizam de caneta 
e papel para escrever e por isso a alfabetização deve se focar no ensino 
da letra bastão e nos métodos de digitação. A medida causou polêmica 
nos EUA. Será que o hábito pode ser incorporado por aqui também?

Para a psicopedagoga Anete Hecht, diretora pedagógica do Colégio I.L.Peretz,
 em São Paulo, não há motivos que justifiquem a retirada do ensino da 
letra cursiva nas escolas brasileiras. “Os métodos devem ser somados e
 não reduzidos. A alfabetização acontece no primeiro momento com a 
letra bastão, depois a criança passa para a letra cursiva. Isso é importante
 porque na letra de mão, a criança desenvolve traços da sua identidade e
 personalidade”, afirma. A psicopedagoga se preocupa também com o
 desenvolvimento da coordenação motora fina das crianças, que poderia 
ser prejudicada pelo abandono da letra de mão.

Mas segundo Saad Ellovitch, neuropediatra do Hospital Samaritano 
de São Paulo, o desenvolvimento da coordenação motora fina não
 está estritamente relacionado à escrita cursiva, mas também ao uso
 das mãos em movimentos sutis. “O cérebro se adapta às necessidades 
do corpo. Você pode desenvolver a motricidade fina, ou seja, a 
capacidade de execução de movimentos pequenos e delicados, 
com outras atividades, como por exemplo, o desenho”, afirma a 
especialista. O corpo é capaz de se adaptar assim às novas condições 
impostas pelo desenvolvimento humano.

Hoje, a substituição da escrita cursiva pela digital se apresenta como 
um processo natural - e não necessariamente um problema. 
“A escrita digital predomina na maioria dos trabalhos da esfera
 profissional. Por isso, o investimento no ensino da letra cursiva para
 essa função está cada vez mais em desuso", explica Maria Jose Nóbrega,
 filóloga e assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.
 A portabilidade dos equipamentos é outro fator que desestimula a escrita 
de mão. No entanto, como os impactos das novas tecnologias sobre a
 educação e o aprendizado ainda são pouco conhecidos, a especialista 
reforça que os novos e os antigos métodos tendem a ser usados de forma 
conjunta.“Ainda não podemos excluir o ensino da letra cursiva, porque no
 Brasil nós não temos auniversalização do acesso ao computador", diz.

Outra razão seria porque a escrita manual desempenha algumas funções
 que ainda não foram substituídas pela digital. Uma letra bonita, em 
um caderno arrumado, é claro, também ensinaconceitos de organização.

Fonte: Revista Crescer

sábado, 18 de junho de 2011

COMO SURGIRAM OS PROFESSORES

ACHEI ESSE TEXTO INCRÍVEL, É NOSSA PURA E CRUA REALIDADE.


COMO SURGIRAM OS PROFESSORES

Conta a lenda que, quando os deuses liberaram o conhecimento sobre como ensinar os homens, determinaram que aquele "saber" ficaria restrito a um grupo muito selecionado de sábios. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semi-deuses", alguém traiu as determinações divinas...

Aí aconteceu o pior!!!!!!........

Os deuses, bravos com a traição, resolveram fazer valer alguns mandamentos:

1º - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.

2º - Não verás teu filho crescer.

3º - Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.

4º - Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera.

5º - A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box.

6º - Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.
7º - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho;

8º - Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.

9º - Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único.

10º - As pessoas serão divididas em 2 tipos: as que ensinam e as que não entendem. E verás graça nisso.

11º - A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te farás mais efeito.

12º - Happy Hours serão excelentes oportunidades de ter algum tipo de contato com outras pessoas loucas como você.

13º - Terás sonhos, com cronograma, planejamento, provas, fichas de alunos, provas substitutivas e não raro, resolverás problemas de trabalho neste período de sono.

14º - Exibirás olheiras como troféu de guerra.

15º - E, o pior........ inexplicavelmente gostarás de tudo isso...





Professor de verdade ama tudo isso. . .

quarta-feira, 8 de junho de 2011

o livro do corpo

O livro do corpo


Essa atividade auxilia a criança a
conhecer as partes do corpo;
entender as diferenças;
identificar das letras do alfabeto;
desenvolver a coordenação motora.












modelo de avaliação

Adorei esse modelo de avaliação:

Créditos: Monica Botelho. Retirado de : http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/search/label/Relat%C3%B3rio%20de%20Avalia%C3%A7%C3%A3o

Professor (a): Mônica Cristina Botelho da Costa.
Aluno (a): _____________________________________________________
Série: Maternal I                                                                                         Data:

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO REFERENTE AO 1º BIMESTRE – 2010


APRESENTAÇÃO
"A essência do homem é pensar: sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida que afirma, que nega, que conhece poucas coisas, que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer e não quer, que também imagina e que sente."
RENE DESCARTES

Este relatório tem como objetivo considerar os aspectos pedagógicos do processo cognitivo, afetivo e social que permeiam o processo de aprendizagens das crianças. É relevante que a criança aprenda a expressar suas idéias e opiniões, participando ativamente de seu próprio processo de aprendizagem fora e dentro do ambiente escolar. Portanto a escola busca a estimular os alunos a aprender gradativamente a selecionar, assimilar, interpretar, reformular, intuir, estimar, explicar e comunicar-se.
        Este período representa um momento de reflexões sobre a nossa prática pedagógica e, por conseguinte, observar os avanços ou dificuldades de nossos alunos, no que diz respeito os conteúdos pedagógicos realizados.
        Através das atividades desenvolvidas neste período podemos observar quais habilidades nossos alunos conseguiram assimilar e quais necessitam aprimorar.
         Em síntese, é de fundamental importância a participação da família na vida escolar de seus filhos, pois estes estímulos, tanto da escola como na vida cotidiana, levara à formação de cidadãos com conhecimento, conscientes do seu papel na sociedade.  Uma das finalidades essenciais da educação é fazer com que a criança de hoje e, conseqüentemente, o homem de amanhã se baste a si mesmo.

·         O Relatório de Avaliação deve ser analisado e devolvido à professora, sendo entregue aos pais/ responsáveis no final do ano letivo.

·         Cada item avaliado poderá ser respondido com os critérios abaixo especificados, de acordo com a questão colocada. Observações que se tornem necessárias, serão feitas no final do relatório:
(S) Sim.
(CA) Com auxílio.
(SA) Sem auxílio.
(N) Não.
              (ED) Em desenvolvimento.
(NA) Não apresentado ao/a aluno (a).





                               

1) Desenvolvimento Cognitivo: neste aspecto é considerado o desenvolvimento da criança no pensar e no agir observado nas habilidades para resolução de situações do cotidiano e relacionados ao conhecimento linguístico e lógico matemático; o uso das diferentes formas de linguagem, como a oral, escrita e corporal e também habilidades sensoriais como leitura de imagens e percepção dos sentidos.

A) Linguagem

(   ) Conhece os amigos  pelos nomes.
(   ) Expressa-se através de frases completas.
(   ) Expressa suas idéias  com clareza.
(   ) Expressa seus desejos e necessidades através de choro.
(   ) Usa a linguagem que expressa suas vivências.
(   ) Mostra uma atitude positiva para as atividades propostas – modelagem, pintura, colagem, desenho livre, brinquedos e brincadeiras.

B) Matemática:

(   ) Diferencia o tamanho dos objetos: grande e pequeno.
(   ) Diferencia quantidade: muito e pouco.
(   ) Identifica a forma do círculo.
(   ) Continua séries lógicas de dois elementos.
(   ) Identifica as cores primarias.
(   ) Realiza um quebra cabeça de dois elementos.

2) Desenvolvimento Psicomotor: neste aspecto a criança deve apresentar apropriação e conhecimento das potencialidades corporais no desenvolvimento de atividades de expressão corporal com movimentos amplos, como correr, saltar, pular etc. e com movimentos finos, como recortar, alinhavar, amassar, pinçar etc; ainda neste aspecto, considera-se o auto-conhecimento, isto é, a identificação do corpo, de suas partes e o todo; o uso do corpo na expressão das emoções, na revelação das tristezas, ansiedades, alegrias, satisfação, segurança e também ao deslocamento com segurança na percepção de seus movimentos no espaço.

·   Desenvolvimento Psicomotor:

(   ) caminhar, andar bem sozinho(a).
(   ) correr.
(   ) Pula de diversas maneiras.
(   ) Anda coordenadamente em atividades variadas.
(   ) Acompanha ritmos.
(   ) Rasga e amassa folha de papel facilmente.
(   ) Identifica o local onde deve guardar seu material: mochila e lancheira.
(   ) Joga bolas de papel em um cesto colocado a uma certa distância.
(   ) Acompanha ritmos.

3) Desenvolvimento Sócio-afetivo: neste aspecto, considera-se a construção da auto-estima, revelada através das atitudes refletidas na convivência diária e social, de valores como: carinho, respeito, solidariedade, amizade etc., o que contribuirá na concepção das diferenças de temperamento, de intenções, de hábitos, de costumes e de cultura assim como a compreensão de si mesmo e dos outros no grupo, consolidando o processo de construção e a autonomia de sua identidade.

 (   )  Continua com bom relacionamento com a Professora e Estagiaria.
 (   )  Tem facilidade de relacionamento com colegas.
 (   )  Busca apoio da Professora, quando necessário.
 (   )  Sente-se orgulhoso do que consegue fazer.
 (   )  Compartilha seus brinquedos com os colegas.
 (   )  Reage ao ser contrariado
 (   )  Utiliza regularmente objetos transacionais, como chupetas.

OBSERVAÇÕES
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               Assinatura da Professora                                    Assinatura da Direção/ Coordenação



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Assinatura do Responsável

Avaliação Descritiva- Modelo

Avaliação Descritiva - Modelo



Porque avaliar? Para que avaliar? O que avaliar? Como faço para avaliar?
Essas são perguntas frequentes e por vezes um bicho de sete cabeças para muitos professores e principalmente iniciantes na área da educação.

Bom, para início de conversa a avaliação na educação infantil é fundamental, ela serve para diagnósticar e também para descrever o aluno de acordo com a sua idade e sua evolução dentro das atividades e habilidades em sala de aula, seja atividades individual como recortar, colar, ou em grupo, como participar e interagir nas brincadeiras e atividades de rotina. O professor nesse processo é parte fundamental para uma boa avaliação dos seus alunos, por isso é tão importante conhecer o aluno e também os seus pais, para que durante seu desenvolvimento ensino/aprendizagem seja crescente e gradativa.

Não devemos nos ater a conteúdos metodológicos e provas sistemáticas, afinal, estamos ensinando crianças! O olhar do professor deve estar voltado ao desempenho e ao bem estar da criança durante suas atividades lúdicas e psico motoras.

O professor deve estar atento a todos os detalhes do desenvolvimento da criança, se segura a tesoura com firmeza, trabalha melhor a mão esquerda, todos os detalhes são importantes durante a avaliação descritiva, assim, ao final de cada bimestre, semestre, ou ano, o professor terá uma visão geral do desenvolvimento do seu aluno e os pais terão noção de seu crescimento social, motor e individual durante todo o ano letivo.

Hoje em dia, todas as escolas de Educação Infantil fazem a avaliação descritiva, é a maneira mais segura e concreta de avaliar o aluno quanto ao seu social, emocional e psico. A partir de nossas avaliações podemos também ter uma visão geral do desenvolvimento da criança dentro do âmbito escolar e desenvolver novas atividades para auxiliar a criança a melhorar e aprimorar suas habiliades ainda não tão bem dominadas, como por exemplo, sua coordenação motora, ou suas habilidades artisticas, ou sua lateralidade.

Andreza Melo Menezes
Pedagoga


Abaixo deixo para vocês um modelos de avaliação descritiva para o professor. 
Esses modelos não são de minha autoria, foi enviada ao meu email e os créditos são de Simone Helen de Andrade, seu blog:
http://simonehelendrumond.blogspot.com/

[clique na imagem para ampliar]











Reciclando Giz de Cera

Reciclando Giz de Cera

Vamos recilcar giz de cera?
Sabem aqueles pedacinho de giz que criança nenhuma quer aproveitar?
Pois bem, então vamos juntar tudo colocar no forno, derreter e fazer giz de cera colorido!
Legal não é?

Como fazer? Simples:
Coloque os giz de cera numa assadeira e leve ao forno brando até derreter, após derreter espere esfriar e desenforme.
Corte da menira que preferir.
Se tiver formas de biscoitos como florzinha e bichinhos ainda melhor, as crianças vão adorar e o material que
seria jogado fora será disputado nas aulas de pintura.
Você pode tambem utilizar a forma de silicone.
Vou fazer em casa!
Faça você também!

Fonte das imagens:
http://edypinturaseartes.blogspot.com/2009/03/reciclagem-giz-de-cera.html
http://casadecoraoartesecoisitasmais.blogspot.com/2011/02/de-volta-as-aulas-reciclando-giz-de.html






12 MANEIRAS DE TRANSFORMAR O SEU ALUNO EM FÃ

                  12 MANEIRAS DE TRANSFORMAR O SEU ALUNO EM Fà                                 
    
Manter
 um aluno por dois, três anos é relativamente fácil, com as dificuldades de se mudar de escola: o estudante tem de adaptar-se a um currículo totalmente novo, novas regras, etc.

O problema é que essa tática não garante que os parentes daquele aluno se matriculem ali. E tratando-se de ensino superior, vai frustrar o aluno, que não se sentirá preparado para sua profissão, e também não vai indicar a nenhum amigo ou conhecido a essa instituição.

Um dos grandes desafios das escolas hoje é tornar seus alunos fãs, para que eles permaneçam na instituição e tragam novos estudantes. Veja algumas dicas:

1.Seja fonte de novas idéias: todos seus alunos estão preocupados, em graus diferentes, com o futuro, com a maneira pela qual o mundo funciona. Apóie seus alunos nesse sentido, dando-lhes informações sobre o cotidiano que não estão no currículo. A escola também pode realizar palestras e bate-papos com profissionais de sucesso, futurólogos, economistas, etc.

2.Demonstre que você tem o conhecimento: o conhecimento que seus alunos esperam, muitas vezes, não é aquele que o professor passa na sala de aula. Que tal fornecer-lhes instruções básicas de economia, marketing pessoal e outros assuntos necessários para sobreviver lá fora? Desenvolva rápidos livrinhos sobre esses temas e distribua a seus alunos.

3.Transmita a imagem correta: se você quer que sua instituição de ensino seja reconhecida como a melhor da região, então faça com que tudo à sua volta reforce essa imagem. Não é necessário contratar um decorador e cobrir seu escritório com tapetes e quadros caros,

4.Conheça o aluno: não assuma que você entende os anseios e as necessidades de todos os alunos. Cada bairro da cidade, cada classe social produz pessoas es.com necessidades e visões diferentes. Dentro de cada bairro, cada família possui suas peculiariedades. E dentro de cada família, cada pessoa tem seu modo único de pensar. Muitos colégios erram ao se apoiar em estudos referentes ao "aluno brasileiro médio". Ora, trabalhar com a média vai fazer, no máximo, que você crie uma escola igual às outras. Gaste algum tempo entendendo a comunidade que você quer atingir.

5.Demonstre que você está aprendendo constantemente: esse é um componente chave para garantir o relacionamento escola-aluno. Para que um estudante sinta-se confortável com o passar do tempo, você deve mostrar que está constantemente aprendendo, tornando-se mais atual, útil e competente. Ficar estagnado é fatal para qualquer instituição.

6.Comunique-se claramente: manter um entendimento claro e cristalino com seus alunos é mais importante do que nunca. Cuidado com aquelas circulares cheias de termos técnicos. Algumas são escritas de uma maneira que só confunde os alunos e pais. Esqueça, portanto, as "atividades de campo interativas para observação da variedade da fauna nacional no Bosque e Jardim Botânico Municipal Memorial Etelvina Montes Farberbara.". Escreva "visita ao Jardim Botânico".

7.Seja acessível: mantenha suas portas abertas, esteja sempre pronto para falar com seus alunos. A grande maioria não abusa dessa facilidade de acesso, embora eles se sintam mais seguros ao saber que podem contatá-lo sempre que precisarem. Diminua a burocracia entre a direção e os alunos.

8.Ouça: deixe o aluno falar e você vai acabar descobrindo exatamente o que ele deseja para que suas aulas e sua escola sejam ainda melhores. Somente quando você tem uma imagem bem clara dos motivos e preocupações dos estudantes é que você pode montar uma escola específica para aquela realidade. Abuse de caixas de su

9.Pense como o estudante: foque no que agradou a você como aluno, quando você sentava do outro lado da sala, bem como as coisas que fizeram você trocar de escola ou faculdade. Assegure-se de praticar a primeira parte, e evitar a segunda. E resista à tendência comum de achar que o que é bom para a sua escola é automaticamente bom para os alunos. Não é, mas o inverso é verdadeiro: o que é bom para seus alunos, no final das contas, vai ser bom para sua instituição. Pense nessas leis sempre que for aprovar algo para sua instituição. Aquela nova ação vai tornar o estudo melhor, mais fácil ou agradável?

10.Nunca decida o que um aluno quer: os estudantes querem conselhos, dicas, sugestões e não conclusões o tempo todo. Então ofereça opções e alternativas. Ensine-os a pensar e analisar. Existe um espaço para verdades absolutas na escola (2 + 2 =4), mas ele não deve ser dominante no relacionamento com os alunos. Trabalhe para criar um cenário que permita ao aluno decidir, apontando aspectos positivos e negativos de algumas situações. Você estará desenvolvendo características que serão muito úteis para eles mais tarde.

11.Torne-se paranóico: Andy Grove, presidente da companhia de peças de computador Intel, sugere que seu sucesso é resultado direto de sua paranóia. É a paranóia que o mantém engajado, atento e fazendo perguntas.

12.Se você não pode ajudar o aluno, seja honesto: a prova do profissionalismo é dizer não. Não existe maneira de uma escola (ou professor) ser capaz de fazer mentindo.



Créditos:
Retirado da Comunidade do Orkut : Amo a educação Infantil
Postado por Dora Ferreira
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=98868341&tid=5477107974234655789
Artigo Original: Revista Profissão Mestre

domingo, 17 de abril de 2011

Gastando tempo com os filhos – O bom uso da televisão

Mannoun Chimelli

A televisão como qualquer objeto é indiferente, seu uso indiscriminado é que pode ser complicado para o plano educativo.
Os meios de comunicação de massa exercem um grande poder na formação das crianças, sobretudo o rádio e a televisão.
 A televisão é um meio incomparável de informação, formação, transformação, pois é um dos meios mais acessíveis e envolventes. Concilia imagem e som e fornece a mensagem de forma atraente, agradável, dispensa esforço pessoal, e cativa, fortemente, adultos e crianças. É é exatamente aí que reside seu perigo. A TV é somente um objeto e muitas vezes recebe maior atenção que o próprio ser humano, pelo facínio que exerce sobre os próprios indivíduos.

A TV precisa ser tratada como um serviço ao homem e não como um escravizador seu.

Assim como em casa só recebemos as pessoas amigas, podemos também selecionar os programas que a família vai ver.

É preciso ensinar as crianças o que serve e o que não serve, para que saibam escolher, mas isto exige tempo e atenção, coisa que os adultos em geral, não estão dispostos a fazer.

Uma pesquisa realizada por alunos da USP em 1990, que baseou sua amostragem nas quatro principais redes de TV nacionais entre as 08:00 da manhã e meia noite, indicou que ao final de uma semana, se teria assistido a:
-          1145  cenas de nudez
-          276 relações sexuais
-          72 palavrões
-          707 brigas e facadas
-          1940 tiros
(a semana amostrada foi 28/05 a 03/06/90 a pesquisa foi citada na reportagem Sexo e Violência na TV da Revista Veja).

Diante destes números que de lá para cá só tenderam a piorar, poderíamos argumentar que ninguém ficaria assistindo aos 4 canais simultâneos assistindo TV o período todo, mas somente 2 horas diárias diante da telinha já seriam suficiente para receber doses maciças de violência, pornografia dos anúncios, propagandas, programas, etc.

Qual seria o efeito de tudo isto na cabeça das crianças, adolescentes e jovens??
A contínua insistência da programação televisiva nos temas ligados à violência, seqüestros, terrorismo, vai pouco a pouco tornando as pessoas insensíveis e indiferentes ao sofrimento.

Contudo, se por um lado a TV:
1.     traz informação,
2.     torna acessível teatro, música e esportes,
3.     faz companhia para idosos e doentes,
4.     exercita a memória, desenvolve a atenção e pode também ser um auxiliar educativo,
Não podemos esquecer que:
5.     limita a atividade física e a conseqüente passividade física e mental que impõe as crianças, e ao contrário do que se pensa, a televisão não estimula, mas  reduz a capacidade imaginativa, por apresentar imagens já prontas;
6.     faz de tudo para conseguir o que deseja, estimula “a lei do mais forte” e do “vale tudo”;
7.     desperta o interesse pelo sexo de forma precoce e dissociada da visão do amor e do casamento;
8.     estimula a sensibilidade superficial – emociona-se com o drama e esquece a vida real.
9.     desenvolve a tendência para o menor esforço, enfraquecendo a vontade a capacidade de lutar por atingir as metas que a pessoa se propôs.
10. transforma o lazer numa atividade individual, solitária ao invés de ser um tempo destinado a comunicação e ao relacionamento com os outros.

Ideologias camufladas, mensagens subliminares, ataques formais ou disfarçados com ironia à moral, à família, a crenças e valores fundamentais, misturado com a pornografia, sordidez e falsa naturalidade são apresentadas em cenas chocantes, em chamadas nos horários nobres.
Segundo o professor Haim  Grunspun da PUC –SP  “ a televisão brasileira enveredou por um caminho que não está ligado a educação do povo, nela ninguém se preocupa com as crianças, com seu futuro sexual e com as gerações que se estão formando na frente do vídeo”.

O que fazer então??
Seguem algumas dicas:
-          Nunca deixe a televisão ligada o tempo todo, ao contrário, mantenha habitualmente desligada, utilizando-a para assistir em família os programas selecionados, principalmente se as crianças forem pequenas;
-          Selecione e marque com antecedência os programas, canais e horários que vale a pena assistir;
-          Procure estar presente para orientar a utilização da televisão dos dos vídeos.
-          Interprete filmes, novelas, programas, dando a verdadeira e honesta visão dos temas.

Assim, você estará formando no jovem o critério pessoal que eles precisarão futuramente para orientar a própria vida.

“A entrada da televisão nos lares, modificou hábitos, costumes e horários familiares, mas não é capaz de destruir seja o que for, se os pais não deixarem que o faça. É a atitude que os pais adotam perante dela,  tornando-a um meio, um instrumento a seu serviço, e não o contrário,  o que vai ditar a sua influência positiva ou negativa”.

J. de Alba, O tempo livre dos filhos, EUNSA, Pamplona, 1980.